Tô no jogo

As atléticas universitárias na reaproximação das mulheres com o esporte

Ao traçar a relação das mulheres com o esporte, em uma pesquisa realizada no ano passado, descobrimos que, para a maioria das mulheres, sua prática se torna uma obrigação na vida adulta. Ele passa a ser visto como necessário apenas para manter a saúde em dia e o corpo magro, mas nunca para competição, socialização – e menos ainda para diversão. Um cenário oposto ao do primeiro contato na infância, quando o esporte é visto como uma maneira de se divertir (69%), aprender (46%) e fazer amizades (35%). Se as aulas de educação física, obrigatórias na infância, são facilitadoras na relação positiva com os esportes, na vida adulta, distante do ambiente escolar e com poucos incentivos sociais para continuar a prática, as mulheres têm menos oportunidades de jogar em grupo ou individualmente. Entretanto, para aquelas que ingressam na universidade, pode haver uma segunda chance de se relacionar com o esporte,…

8 momentos em que você arrasou no treino

Em nossa pesquisa, realizada no início de 2016 a fim de desvendar a relação da mulher com a prática de atividades físicas, perguntamos de 1,5 mil mulheres: “Qual é a primeira palavra que vem à sua cabeça quando pensa em esporte?”. As respostas mais comuns entre a maioria foram os benefícios funcionais como saúde, bem-estar, equilíbrio, emagrecimento e um corpo bonito. À primeira vista não há nada de errado com as respostas, principalmente considerando que a prática de esportes podem mesmo trazer todos esses resultados. A questão é que sentimentos como competitividade – o que pode ser uma coisa boa – ou simplesmente o prazer ainda não fazem parte da realidade da maioria das mulheres. Depois da infância e antes da velhice, a relação com atividades físicas, em geral, são permeadas por um sentimento de culpa, obrigação e mecanicidade. Mas a Olga Esporte Clube está aqui justamente para mostrar que…

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